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O Pai Quinzenal

O dia a dia de alguém armado em pai emprestado... semana sim, semana não.

O dia a dia de alguém armado em pai emprestado... semana sim, semana não.

04
Ago14

É possível um não-pai ter saudades dos seus não-filhos?


José Guimarães

É! Não só a pergunta é idiota, como a resposta é óbvia.

Regressámos de férias há menos de 1 semana. A miúda ficou com uns amigos e depois foi para casa do pai (o verdadeiro). O rapaz foi duas semanas para um campo de férias num sítio qualquer em que também queríamos estar. Eu e a mãe ficámos por casa, cada um a trabalhar, como mandam as regras.

O que é certo é que aqueles dois seres deixam o seu rasto quando estão connosco. Ficam nos sentidos. E são cinco, ouvi dizer. Ficam no tacto e no olfacto, mas também na visão, na audição e até no paladar. Sim, quando nos beijamos, salgados, acabados de sair de mais um mergulho no mar, ou melosos, depois de um pequeno almoço demorado e guloso. E ficam também no coração. E - afinal - aos cinco sentidos junta-se mais um. Aquele que é tão típico da nossa existência. O sentir a falta de alguém. O "buraquinho" que alguém deixou por preencher enquanto foi e ainda não regressou. A saudade.

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